O Giro do Lixo nasceu em 2024 com uma ideia simples: falar de reciclagem, coleta seletiva e economia circular do jeito que a gente gostaria de ler — direto, com contexto e sem aquele tom de relatório de ONG.

Somos um projeto editorial independente. Não vendemos consultoria, não fazemos lobby pra empresa de embalagem e não publicamos release sem checar. Quando uma prefeitura anuncia coleta seletiva, a gente vai na rua. Quando uma startup diz que «revolucionou» o plástico, a gente pede número.

Quem faz

Equipe enxuta, remota, espalhada pelo Brasil. Repórteres em São Paulo, Recife e Curitiba; edição centralizada; arte e código feitos in-house. Sem redação gigante — preferimos poucas matérias bem feitas a dez textos genéricos por dia.

Cada pessoa da equipe cobre um pedaço do quebra-cabeça. Ana Costa está nas ruas e nas salas de prefeitura: calendário de coleta, licitação de caminhão, promessa de campanha versus caminhão que não aparece. Bruno Lima fala com cooperativa, indústria e associação de setor — entende preço, contrato e por que o plástico pós-consumo às vezes fica parado no galpão. Carla Mendes mapeia quem está tentando ganhar dinheiro com resíduo de forma honesta: startup, marketplace, logística reversa, embalagem retornável.

Edição revisa fato, contexto e tom. A gente não publica release sem checar, não copia texto de assessoria e não trata «economia circular» como palavra mágica. Quando a fonte não confirma, a matéria diz isso. Quando erramos, corrigimos com nota visível — sem apagar rastro.

Ana Costa

Ana Costa

Coleta, cidades e política pública

Bruno Lima

Bruno Lima

Materiais, indústria e cadeia de reciclagem

Carla Mendes

Carla Mendes

Startups, inovação e negócios verdes

Financiamento

Projeto editorial independente não significa «cai do céu». Hoje o Giro do Lixo se mantém com receita de publicidade display (quando houver), parcerias editoriais claramente identificadas e apoio de leitor via doações pontuais. Não vendemos consultoria, não fazemos lobby pra marca de embalagem e não aceita pagamento pra «esquentar» matéria.

Quando existir conteúdo patrocinado, vai estar marcado como tal — separado da reportagem, com regra clara de quem pagou e por quê. Anunciante não escolhe pauta, não vê texto antes de publicar e não manda apagar crítica. Se um dia mudarmos o modelo de financiamento, avisamos aqui e na política editorial.

Como trabalhamos

Cada matéria passa por checagem de fonte e revisão editorial. Corrigimos erros com transparência — link da correção fica no topo do texto, sem esconder. Aceitamos pauta de leitor pelo formulário de contato, mas não garantimos cobertura.

Quer saber mais sobre critérios de publicação? Leia nossa política editorial.